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	<title></title>
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	<description>Comics, Mangá, Banda Desenhada, Quadrinhos...</description>
	<pubDate>Tue, 09 May 2006 17:26:48 +0000</pubDate>
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		<title>Lojinha</title>
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		<pubDate>Tue, 09 May 2006 17:26:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robô|NAPALM!</dc:creator>
		
	<category>Geral</category>
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		<description><![CDATA[	Por Pablo Casado
	Aviso aos camaradas da terrinha e de terrinhas além no cenário nacional:
	Os fanzines de Quadrinhos que produzi recentemente est&atilde;o &agrave; venda para quem quiser ter o(s) seu(s). Para obt&ecirc;-los, basta fazer um depósito &ndash; numa conta a ser informada em privado &ndash; com o valor da edi&ccedil;&atilde;o + R$ 1,00 das despesas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Por Pablo Casado</p>
	<p>Aviso aos camaradas da terrinha e de terrinhas além no cenário nacional:</p>
	<p>Os fanzines de Quadrinhos que produzi recentemente est&atilde;o &agrave; venda para quem quiser ter o(s) seu(s). Para obt&ecirc;-los, basta fazer um depósito &ndash; numa conta a ser informada em privado &ndash; com o <strong>valor da edi&ccedil;&atilde;o + R$ 1,00</strong> das despesas de correio. Confirmado o pagamento, o material é enviado logo a seguir. Para facilitar a vida de todo mundo, a recomenda&ccedil;&atilde;o é que o depósito seja feito em caixa rápido.</p>
	<p>Os fanzines &agrave; venda s&atilde;o os seguintes:</p>
	<p><strong>DON CARALEONE É MAU!/ESPARTA</strong><br />Edi&ccedil;&atilde;o Flip-Flap, 10 Páginas, R$ 1,00</p>
	<p><a href="http://www.flickr.com/photos/pablocasado/124753652/"><img alt="Clique para ver maior" src="http://static.flickr.com/41/124753652_bc7adc008e_m.jpg" border="0" /></a> <a href="http://www.flickr.com/photos/pablocasado/134188310/"><img alt="Clique para ver maior" src="http://static.flickr.com/51/134188310_518786fc6a_m.jpg" border="0" /></a></p>
	<p><em><strong>Sinopse:</strong></em> Don Caraleone é o mais famoso rapper da capital marciana, seja nas paradas musicais ou no submundo do crime. Mas dois detetives querem acabar com sua carreira. Esparta é uma escola diferenciada. Nela, n&atilde;o estudam adolescente comuns&hellip; mas super-adolescentes.</p>
	<p><em><strong>Autores:</strong></em> <a href="http://www.pablocasado.tk/"><font color="#dc9204">Pablo Casado</font></a> (Roteiro, Letras e Edi&ccedil;&atilde;o), <a href="http://fotolog.terra.com.br/pacher"><font color="#dc9204">Denis Pacher</font></a> (Arte: Don Caraleone), <a href="http://lucianokars.deviantart.com/"><font color="#dc9204">Luciano Kars</font></a> (Arte: Esparta), Emerson Magalh&atilde;es (Letras e Efeitos: Esparta)</p>
	<p><a href="http://www.flickr.com/photos/pablocasado/127218856/"><font color="#008cd2">Confira o Preview</font></a></p>
	<p><strong>TERRA DO NUNCA LOVE SONG FIVE</strong><br />12 páginas, R$1,00</p>
	<p><a href="http://www.flickr.com/photos/pablocasado/135290192/"><img alt="Clique para ver maior" src="http://static.flickr.com/45/135290192_dedb8a4c76_m.jpg" border="0" /></a></p>
	<p><em><strong>Sinopse:</strong></em> Um casal de amigos. Uma droga capaz de levá-los a um mundo fantástico. Mais do que uma aventura ácida, uma história sobre níveis de relacionamento.</p>
	<p><em><strong>Autores:</strong></em> <a href="http://www.pablocasado.tk/"><font color="#dc9204">Pablo Casado</font></a> (Roteiro e Letras), <a href="http://www.felipecunha.blogger.com.br/"><font color="#dc9204">Felipe Cunha</font></a> (Arte), Emerson Magalh&atilde;es (Edi&ccedil;&atilde;o)</p>
	<p><a href="http://www.flickr.com/photos/pablocasado/135290193/"><font color="#dc9204">Confira o Preview</font></a></p>
	<p><strong>URBANA BÁRBARA</strong><br />12 páginas, R$ 1,00</p>
	<p><a href="http://img.photobucket.com/albums/v649/pablocasado/C_U_B_by_thiagooliveira.jpg"><img alt="Clique para ver maior" src="http://smg.photobucket.com/albums/v649/pablocasado/th_C_U_B_by_thiagooliveira.jpg" border="0" /></a></p>
	<p><em><strong>Sinopse:</strong></em> No futuro, uma policial fisicamente modificada enfrenta níveis ultra-violentos de criminalidade. E, em meio a sua conturbada carreira, ela tem agora que cuidar do irm&atilde;o mais novo.</p>
	<p><em><strong>Autores:</strong> </em><a href="http://www.pablocasado.tk/"><font color="#dc9204">Pablo Casado</font></a> (Roteiro e Letras), <a href="http://thiagooliveira.deviantart.com/"><font color="#dc9204">Thiago Oliveira</font></a> (Arte e Capa), Emerson Magalh&atilde;es (Edi&ccedil;&atilde;o)</p>
	<p><a href="http://img.photobucket.com/albums/v649/pablocasado/ub-preview01.jpg"><font color="#008cd2">Confira o Preview</font></a></p>
	<p><strong>MARIPOSA</strong><br />16 págs, R$ 1,00</p>
	<p><a href="http://www.flickr.com/photos/pablocasado/143514342/"><img alt="Clique para ver maior" src="http://static.flickr.com/45/143514342_23d9e1994d_m.jpg" border="0" /></a></p>
	<p><em><strong>Sinopse:</strong></em> Nas ruas de uma S&atilde;o Paulo paralela, o vigilantismo é proibido como em qualquer outra parte do mundo. Mas n&atilde;o é o que acha a heroína Mariposa, disposta a levar justi&ccedil;a quebrando as regras&hellip; e pagando o pre&ccedil;o final para tanto.</p>
	<p><em><strong>Autores:</strong></em> André Dantas (Roteiro), Jaguar (Arte), Pablo Casado (Letras e Edi&ccedil;&atilde;o)</p>
	<p><a href="http://www.flickr.com/photos/pablocasado/135290196/"><font color="#dc9204">Confira o Preview</font></a></p>
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		<title>O (Des)Encontro de RPG &#038; Anime</title>
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		<pubDate>Wed, 03 May 2006 18:19:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robô|NAPALM!</dc:creator>
		
	<category>Geral</category>
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		<description><![CDATA[	Por Pablo Casado
	INTRO
	É de se admirar o modo como as coisas acontecem em Maceió. Para o bem ou para o mal. Pelo intencional ou causal. No fim, lembrar de Murphy é o óbvio. Mas voltemos ao come&ccedil;o e relatemos o ocorrido. Na verdade, ao que quase n&atilde;o ocorreu.
	ANSIEDADE QUE AVISA, AMIGA É
	N&atilde;o dá mesmo. Deixar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Por Pablo Casado</p>
	<p><strong>INTRO</strong></p>
	<p>É de se admirar o modo como as coisas acontecem em Maceió. Para o bem ou para o mal. Pelo intencional ou causal. No fim, lembrar de <em>Murphy</em> é o óbvio. Mas voltemos ao come&ccedil;o e relatemos o ocorrido. Na verdade, ao que quase n&atilde;o ocorreu.</p>
	<p><strong>ANSIEDADE QUE AVISA, AMIGA É</strong></p>
	<p>N&atilde;o dá mesmo. Deixar as coisas para última hora é o mal de mais de 90% do brasileiro e eu, certamente, estou entre eles. Faltavam duas semanas para o <a href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=4637384" target="_blank">Encontro de RPG &amp; Anime</a>, a ser realizado na unidade do Po&ccedil;o do Sesc, e eu ainda n&atilde;o tinha fechado a editora&ccedil;&atilde;o eletr&ocirc;nica dos fanzines que fiquei na tara de lan&ccedil;ar no evento. Na verdade, até havia impresso uma boneca inicial de alguns deles, mas problemas com tamanhos de certas fontes me levaram novamente ao Corel.</p>
	<p>O atraso ferrou com os meus planos de divulga&ccedil;&atilde;o, que incluíam ir a algumas faculdades, cursos de idiomas, colégios, e nos locais onde as entradas para o Encontro eram vendidas para colar/distribuir cartazes e/ou mesmo deixar alguns exemplares de amostra. Além disso, a grana a ser investida nas cópias das edi&ccedil;&otilde;es havia ficado desfalcada de uma hora pra outra &ndash; (aprenda uma coisa: ser um artista de quadrinhos [e] desempregado, com namorada, e que tem o mínimo de apre&ccedil;o por uma vida social, <em>nunca</em> vai andar com o bolso folgado. A n&atilde;o ser que voc&ecirc; venha de uma família rica. Vai saber.)</p>
	<p>Se com duas semanas de prazo as coxas já estavam bem em cima, com uma voc&ecirc; é capaz de fazer no joelho mesmo. E, deixando de lado todos os revezes até aquele momento e negando a possibilidade de um grande fracasso, as novas bonecas foram impressas, o or&ccedil;amento para as cópias havia sido restituído e uma divulga&ccedil;&atilde;o (mal) dirigida via Internet parecia ter dado conta de chegar aos olhos e ouvidos certos. Agora era segurar aquele friozinho besta na barriga e preencher a cabe&ccedil;a de coisas boas, positivas e todo aquele tipo de auto-ajuda desnecessária que todo ateu/agnóstico deve recorrer pra n&atilde;o se trair e chamar por Ele.</p>
	<p>Mal sabia que o tal frio n&atilde;o vinha da minha barriga&#8230;</p>
	<p><strong>SABE AQUELA DE &ldquo;E NO MEU COLO CAI PELÉ&rdquo;?</strong></p>
	<p>O clima na cidade n&atilde;o tava dos melhores desde o início da semana. Numa hora, o dia amanhecia fechado e chovendo feio, coisa que irrita principalmente de segunda a sexta. Daí n&atilde;o dava duas horas pro céu abrir e um sol de raios bem abertos nos lembrar que estamos num lugarzinho bem tropical. Aquilo era um aviso e n&atilde;o me toquei. Na verdade, acho que ninguém que queria aproveitar o feriad&atilde;o fora de casa.</p>
	<p>Ent&atilde;o, com tudo pronto, restava aguardar a chegada do sábado, o primeiro dia de Encontro. E ele chegou com um mau-humor cinza nebuloso, pronto para chorar suas lamenta&ccedil;&otilde;es sobre todos nós, maceioenses, que só queriam um pouco daquele velho sol amarelo que o <em>Homem de A&ccedil;o</em> tanto gosta, e daí aproveitar uma praia, um boteco&#8230; Mas o sábado n&atilde;o estava afim de fazer qualquer concess&atilde;o. Ficou todo frio, 24 horas.</p>
	<p>O que me fez lembrar do último Encontro, no qual também estive, mas sem fanzine algum: era um sábado, mas distintamente diferente. Fazia sol e n&atilde;o se tratava de um fim de semana prolongado por um feriado na sexta ou na segunda, muito menos numa quinta, o que provavelmente for&ccedil;aria a sexta a ser &ldquo;emprenssada&rdquo;. N&atilde;o, n&atilde;o. Era um fim de semana como outro qualquer, e o programa de muito rpgista e f&atilde; de anime foi o de ir ao Sesc e entupir o lugar. Era difícil andar entre as mesas de tanta gente jogando, de conversar com tantas vozes altas. Assistir qualquer um dos desenhos em exibi&ccedil;&atilde;o estava fora de op&ccedil;&atilde;o: as filas que se formavam na entrada da única sala do evento me desanimaram.</p>
	<p>Tudo bem, n&atilde;o estou falando de algo que costuma se ver em conven&ccedil;&otilde;es do tipo em S&atilde;o Paulo, por exemplo. Mas, para os padr&otilde;es e para o que se espera do público em Maceió, era gente o suficiente para dizermos <em>&ldquo;tá cheio&rdquo;</em>. O oposto do que eu vi no primeiro dia do Encontro deste ano, no sábado 29 de abril. Num dia ora chuvoso ora nublado em um fim de semana estendido, parecia que a mesma audi&ecirc;ncia que agitou o Sesc na edi&ccedil;&atilde;o anterior do evento em 2005 havia preferido ficar em casa. Fosse por causa do clima ou do pre&ccedil;o de entrada por dia &ndash; R$ 4,00 &ndash;, do qual vi uns e outros chiarem. A estrutura do evento em si parecia a mesma das outras edi&ccedil;&otilde;es: espa&ccedil;o para mesas de rpgistas novatos e veteranos, exibi&ccedil;&atilde;o de animes, sorteio de mangás e outras coisas, stands das lojas locais dos g&ecirc;neros envolvidos, mais a apresenta&ccedil;&atilde;o de duas bandas de j-pop.</p>
	<p>O fator tempo + pre&ccedil;o de entrada relativamente caro (?) parecia ter desanimado uma presen&ccedil;a mais massiva do público. Ou o simples fato de ser um feriad&atilde;o e parte deles ter viajado, como comentei com meu xará e colega de fanzinagem Pablo Peixoto. O que importa é que, principalmente pela manh&atilde;, o movimento no Sesc foi ameno. A tarde a coisa parecia ter melhorado, mas o público estava t&atilde;o chove e n&atilde;o molha quanto o céu sobre nossas cabe&ccedil;as.</p>
	<p><strong>QUEIMANDO ATÉ A ÚLTIMA PONTA&#8230; DE PACI&Ecirc;NCIA</strong></p>
	<p>Aportei no Sesc pelas 8. Uma hora antes do Encontro realmente come&ccedil;ar. A organiza&ccedil;&atilde;o pediu para que eu chegasse nessa faixa para me ajudar com o espa&ccedil;o onde eu colocaria os fanzines para venda. Pensei que teria umas duas mesas para o servi&ccedil;o - e que foi o que pedi -, mas acabei com o stand que chegamos a usar no evento anterior; o que foi bem legal. Dividi meu espa&ccedil;o com o xará, fanzineiro e ótimo desenhista <a href="http://www.flogao.com.br/pablopeixoto" target="_self">Pablo Peixoto</a>. Ele apresentava a segunda edi&ccedil;&atilde;o de seu fanzine <strong><em>Ilus&otilde;es</em></strong>. Eu botei na banca as edi&ccedil;&otilde;es de <em><a href="http://www.deviantart.com/deviation/29027883/" target="_blank">Urbana Bárbara</a></em> e <em><a href="http://www.flickr.com/photos/pablocasado/135290192/" target="_self">Terra do Nunca Love Song Five</a></em>, lan&ccedil;adas este ano em oportunidades diferentes, e as novas publica&ccedil;&otilde;es: <em><a href="http://www.flickr.com/photos/pablocasado/124753652/" target="_blank">Don Caraleone é Mau!/Esparta</a></em>, um zine <em>flip/flap</em> com artes de <a href="http://fotolog.terra.com.br/pacher" target="_blank">Denis Pacher</a> e <a href="http://lucianokars.deviantart.com/" target="_blank">Luciano Kars</a>; e <em><a href="http://www.flickr.com/photos/pablocasado/135290196/" target="_blank">Mariposa</a></em>, dos meus camaradas André Dantas e Jaguar.</p>
	<p>Stand pronto, sorriso na cara e&#8230; cad&ecirc; o povo?</p>
	<p>A estrutura do Sesc n&atilde;o ajudou: a sala de exibi&ccedil;&atilde;o onde passavam animes, que na minha cabe&ccedil;a chamaria mais pessoas, ficava na parte posterior do lugar. Longe da quadra aberta, onde estavam as mesas e stands. Pior para quem pensou em vender algo, pois o público do RPG n&atilde;o deu as caras até o meio da tarde, quando, meio desempolgados, Pablo e eu praticamente n&atilde;o havíamos vendido quase nada da nossa produ&ccedil;&atilde;o. Claro, houveram divertidas exce&ccedil;&otilde;es.</p>
	<p>O movimento havia aumentado relativamente até o momento em que decidi zarpar do lugar, lá pelas 6 e tantas, cansado de fome, de sono e sentindo falta de certos bra&ccedil;os morenos femininos. A primeira banda a tocar no evento come&ccedil;ou a passar o som e todos que estavam no Encontro tomavam seus lugares para ver o pessoal detonar no som. Eu teria que deixar para uma próxima. N&atilde;o tinha mais cigarros comigo. Nem mais vontade de bancar o empreendedor quadrinhista alternativo.</p>
	<p>N&atilde;o mais naquele dia.</p>
	<p><strong>COISINHAS LEGAIS QUE A GENTE GUARDA</strong></p>
	<p>N&atilde;o que as baixas vendas, o clima, a falta de público e qualquer outra coisa que eu n&atilde;o me lembre agora tenham deixado meu único dia no Encontro de RPG &amp; Anime necessariamente azedo. N&atilde;o foi dos melhores, mas podia ser bem pior.</p>
	<p>Como eu comentei com o Pablo, os zines provavelmente come&ccedil;ariam a sair do stand quando algum corajoso viesse, sacasse sua carteira e levasse uma ou outra edi&ccedil;&atilde;o do que estávamos vendendo. Aos olhos do resto dos visitantes, isso podia ser o convite ideal. Porque, aqui em Maceió, acho que a cultura da fanzinagem &ndash; fora de certos centros acad&ecirc;micos, principalmente dos de jornalismo &ndash; é vista como uma novidade estranha. E n&atilde;o que fosse a primeira vez que eu lan&ccedil;ava um zine: cheguei a me meter com publica&ccedil;&otilde;es em prosa de uma página que distribuía entre amigos e conhecidos gratuitamente, pelo simples prazer de saber se conseguia agradar com minhas fic&ccedil;&otilde;es e que tipo de rea&ccedil;&otilde;es elas causavam. Foi um período produtivo e que me deu seguran&ccedil;a para migrar para os roteiros de Quadrinhos. Mas eles eram feitos e dados como aquela bala gostosa que sobra no bolso e alguém com a garganta seca ou mau-hálito sempre aparece pra te pedir.</p>
	<p>Chegar junto e jogar um agá malicioso parecia assustador tanto para mim como creio que fosse para o meu xará. Logo, tivemos que aguardar e ver no que dava.</p>
	<p>Um grupinho de tr&ecirc;s adolescentes, provavelmente todos de camisa preta, ficaram indo e vindo ao stand. Paravam diante dos quatro fanzines que eu vendia e um dos sujeitos folheava e folheava a edi&ccedil;&atilde;o da <em>Urbana Bárbara</em>. Da terceira ou quarta vez que eles apareceram, fui manso e falei com o tal rapaz, o que tinha cabelo grande, que ele tava namorando a capa da revista e se n&atilde;o ia levar. <em>&ldquo;N&atilde;o, n&atilde;o&rdquo;</em>, ele logo se adiantou a falar. <em>&ldquo;Tava mostrando o desenho pra eles. De todos, é o <strong>único</strong> bem feito.&rdquo;</em> Num evento em que uma das principais atra&ccedil;&otilde;es eram as exibi&ccedil;&otilde;es de desenho japon&ecirc;s, eu n&atilde;o podia lá me espantar. Coisas de nichos da cultura pop.</p>
	<p>N&atilde;o que isso signifique que as outras edi&ccedil;&otilde;es n&atilde;o tiveram sua cota de aten&ccedil;&atilde;o&#8230;</p>
	<p>Tr&ecirc;s jovenzinhas roqueiras se aproximaram e ficaram olhando sem tocar em nada. A da ponta esquerda olhou para a minha pasta, que estava aberta e mostrando uma página maior de <em>Terra do Nunca Love Song Five</em> e o p&ocirc;ster n&atilde;o-utilizado do <em>Don Caraleone é Mau!</em>. Foi para este último que ela olhou, levou uma das m&atilde;os a boca e deu um risinho como se tivesse visto a primeira pornografia da vida dela. Ela ent&atilde;o cutucou a amiga do meio, apontou pro desenho e saiu. A amiga olhou por quase 10 segundos até entender a piada do nome, deu o mesmo risinho e as tr&ecirc;s saíram. Fiquei besta de orgulho pela ficha ter caído pra elas.</p>
	<p>E essa coisa de n&atilde;o entender a mensagem é perigosa.</p>
	<p>Dois garotinhos, acho que irm&atilde;os, apareceram no stand e foram levando um a um os zines que Pablo e eu estávamos vendendo. Creio que foi um deles que, antes de comprar qualquer coisa, sacou a edi&ccedil;&atilde;o que fiz em parceria com o <a href="http://www.felipecunha.blogger.com.br/" target="_blank">Felipe Cunha</a> e disse: <em>&ldquo;Que massa! Terra do Nunca!&rdquo;</em>. E eu n&atilde;o queria nem imaginar a cara da m&atilde;e desses meninos se ela lesse o fanzine e descobrisse de que <a href="http://www.flickr.com/photos/pablocasado/135290193/" target="_blank">tipo de Terra do Nunca se tratava</a>. E que eles nunca perguntem os pais como chegar nela. Ai.</p>
	<p>A imagem mais legal das vendas e contato imediato dos zines foi com uma família, os primeiros a comprar as edi&ccedil;&otilde;es, que chegou e folheou tudo. Estavam o Pai, a M&atilde;e, a Filha e um Filho. De verdade. Eles ficavam alternando, e eu pensando que era só folhea&ccedil;&atilde;o típica. Até que o pai sacou a carteira e levou meus quatro zines e o do Pablo. Isso foi ainda pela manh&atilde;, creio que antes das 11. Rolou uma sensa&ccedil;&atilde;o interessante. Mais ainda quando avistei a família sentada numa mesa metros adiante, lendo tudo que tinham comprado no evento, incluindo os fanzines&#8230; e fiquei me perguntando que tipo de rea&ccedil;&atilde;o eles tinham a cada história. Naquela hora do dia, ainda tinha sobrado um último <em><a href="http://www.souzapaiol.com.br/" target="_self">Souza Paiol</a></em> pra consumir e aplacar minhas ansiedades mentais.</p>
	<p>O negócio era memorizar os detalhes. Esses poucos. Mas significantes.</p>
	<p><strong>INDO</strong></p>
	<p>Quando uma das bandas que tocaria no Encontro come&ccedil;ou a se aquecer no palco, notei que as duas lojas que ocupavam stands já tinham encerrado suas atividades, e até mesmo o Pablo havia recolhido seus zines. O <a href="http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=713672103739622922" target="_blank">Emerson [Magalh&atilde;es]</a> havia dado as caras do nada cerca de uma hora antes pra colar alguns cartazes do pessoal que está tentando trazer o <em>live</em> de vampiro de volta &agrave; cidade &ndash; n&atilde;o me pergunte, eu n&atilde;o entendo de nada desse universo paralelo. Conversamos um tanto, até que eu decidi recolher os fanzines e pular fora.</p>
	<p>Eram 6 e tantas e a fome apertava, assim como minha resist&ecirc;ncia física de ficar parado num lugar por muito tempo sem fazer nada. Claro, tinha a ver também com o fato dos cigarros terem acabado e do público estar com a aten&ccedil;&atilde;o completamente voltada para a banda no palco. Tirando o Emerson, outros amigos que foram prestigiar os zines e fazer companhia durante o Encontro &ndash; e os cito com grande apre&ccedil;o: <a href="http://www.fotolog.com/daozinho" target="_blank">Anderson</a>, André, Joel e Markus &ndash; já haviam picado a mula, pois tinham lá afazeres pessoais naquela noite de sábado.</p>
	<p>Decidido a ir e voltar no dia seguinte, fui para n&atilde;o mais voltar.</p>
	<p>No domingo, uma chuva torrencial alojou-se sobre Maceió da madrugada até o fim da noite. Imaginei que, por mais vontade de ir ao evento que estivessem, boa parte do público n&atilde;o ia se arriscar a sair de casa naquelas condi&ccedil;&otilde;es. Tava naquele climinha de ficar no sofá ou na cama, de len&ccedil;ol até o queixo, vendo filme. E n&atilde;o dava pra sair dos bra&ccedil;os da minha namorada naquele tempo, mesmo se eu quisesse.</p>
	<p>Na segunda, as coisas abriram um pouco mais no céu. Mas parecia que estavam só dando um tempinho lá encima pra depois voltarem com tudo. Aproveitei a brecha e tomei o rumo de casa. E, mesmo com o teto do mundo permanecendo nublado até o come&ccedil;o da tarde, o que me permitiria descer ao Sesc sem maiores problemas, decidi n&atilde;o dar mais um passo. Antes de qualquer coisa, liguei para um dos meus conhecidos, o Rafael, que estava por lá, e perguntei como estava o movimento. Ele me disse que n&atilde;o muito diferente do sábado. Ent&atilde;o fiquei em casa, espancando o teclado do micro. Comendo bobagens. Lendo.</p>
	<p>N&atilde;o era como eu imaginava que seria, mas n&atilde;o foi de todo mal.</p>
	<p><strong>AGRADECIMENTOS</strong></p>
	<p>A NAPALM!, na figura de Pablo Casado, agradece a Manoel Messias e ao Encontro de RPG &amp; Anime pela oportunidade e aten&ccedil;&atilde;o, a Marcus Ramone e ao <a href="http://www.universohq.com/" target="_self">Universo HQ</a> pela amizade e apoio de sempre, aos sites que também divulgaram nossos zines, aos amigos presentes e interessados distantes, e um obrigado muito especial a todos os artistas envolvidos, que deram o melhor do seu talento nas histórias.</p>
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		<title>A Machadinha</title>
		<link>http://napalm.blogsome.com/2006/05/03/a-machadinha/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 May 2006 15:56:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robô|NAPALM!</dc:creator>
		
	<category>Geral</category>
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		<description><![CDATA[	
	Clique aqui para visualizar maior.
	Arte: Jaguar
	Cores: Rafael Kirschner
	Provável capa da hq STRANGERS, criada, escrita e ilustrada por Jaguar.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><img title="Strangers, por Jaguar e Kirschner" style="width: 167px; height: 240px" height="240" alt="Strangers, por Jaguar e Kirschner" src="http://static.flickr.com/55/139790508_57b4670a21_m.jpg" width="167" align="middle" border="0" /></p>
	<p>Clique <a href="http://www.flickr.com/photos/pablocasado/139790508/" target="_self">aqui</a> para visualizar maior.</p>
	<p><strong>Arte:</strong> Jaguar</p>
	<p><strong>Cores:</strong> <a href="http://kirschner.deviantart.com/" target="_blank">Rafael Kirschner</a></p>
	<p>Provável capa da hq <strong>STRANGERS</strong>, criada, escrita e ilustrada por Jaguar.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Agradecimentos</title>
		<link>http://napalm.blogsome.com/2006/05/02/agradecimentos/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 May 2006 15:11:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robô|NAPALM!</dc:creator>
		
	<category>Geral</category>
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		<description><![CDATA[	A NAPALM! vem a público agradecer a Marcus Ramone e&nbsp;ao Universo HQ pela divulga&ccedil;&atilde;o da nossa presen&ccedil;a no último Encontro de RPG &amp; Anime, em Maceió, assim como a Hector Lima, que também espalhou a dica.
	Gostaríamos também de agradecer a organiza&ccedil;&atilde;o do Encontro pela aten&ccedil;&atilde;o e ajuda durante nossa presen&ccedil;a no evento. Em breve, estaremos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>A NAPALM! vem a público agradecer a <strong>Marcus Ramone</strong> e&nbsp;ao <strong><a href="http://www.universohq.com/" target="_blank">Universo HQ</a></strong> pela <a href="http://www.universohq.com/quadrinhos/2006/n28042006_01.cfm" target="_blank">divulga&ccedil;&atilde;o da nossa presen&ccedil;a</a> no último <em>Encontro de RPG &amp; Anime</em>, em Maceió, assim como a <strong><a href="http://www.hectorlima.tk/" target="_blank">Hector Lima</a></strong>, que <a href="http://digitador.blogsome.com/2006/04/26/napalm-bombardeando-zines/" target="_blank">também espalhou a dica</a>.</p>
	<p>Gostaríamos também de agradecer a organiza&ccedil;&atilde;o do Encontro pela aten&ccedil;&atilde;o e ajuda durante nossa presen&ccedil;a no evento. Em breve, estaremos publicando a resenha/cr&ocirc;nica de <a href="http://www.pablocasado.tk/" target="_blank">Pablo Casado</a>, que representou o estúdio na ocasi&atilde;o.</p>
	<p><strong>UPDATE:</strong> Os sites <strong><a href="http://www.popbaloes.com/boteco/290406.htm" target="_blank">Popbal&otilde;es</a></strong> e <strong><a href="http://www.judao.com.br/?http://www.judao.com.br/8/texticulo.php?action=ler&#038;id=3406" target="_blank">Jud&atilde;o</a></strong> também noticiaram os novos fanzines da NAPALM!. Um obrigado especial a eles, também.</p>
]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>NAPALM! no Encontro de RPG &#038; Anime</title>
		<link>http://napalm.blogsome.com/2006/04/26/4/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Apr 2006 13:43:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robô|NAPALM!</dc:creator>
		
	<category>Geral</category>
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		<description><![CDATA[	De 29 de abril &agrave; 1&ordm; de maio, será realizado em Maceió mais uma edi&ccedil;&atilde;o do ENCONTRO DE RPG &amp; ANIME. As atividades - que incluem mesas de rpg, exibi&ccedil;&atilde;o de animes, cosplay, apresenta&ccedil;&atilde;o de músicas e outras coisas - ser&atilde;o no Sesc Po&ccedil;o, come&ccedil;ando sempre &agrave;s 9 da manh&atilde;. A entrada custará R$ 4,00 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>De 29 de abril &agrave; 1&ordm; de maio, será realizado em Maceió mais uma edi&ccedil;&atilde;o do <strong><a href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=4637384">ENCONTRO DE RPG &amp; ANIME</a></strong>. As atividades - que incluem mesas de rpg, exibi&ccedil;&atilde;o de animes, cosplay, apresenta&ccedil;&atilde;o de músicas e outras coisas - ser&atilde;o no Sesc Po&ccedil;o, come&ccedil;ando sempre &agrave;s 9 da manh&atilde;. A entrada custará R$ 4,00 por dia, ou R$ 9,00 num pacote para os tr&ecirc;s dias. Durante o evento, estar&atilde;o sendo vendidos os fanzines do selo/estúdio <strong>NAPALM! Comics</strong>, que volta aos poucos a atividade do mundo dos quadrinhos. Ser&atilde;o quatro edi&ccedil;&otilde;es distintas a serem comercializadas ao pre&ccedil;o simbólico de <strong>R$ 1,00</strong>, onde cada uma delas apresenta uma história fechada. Do <em>Mangá</em> aos <em>Super-heróis</em>, passando da <em>fic&ccedil;&atilde;o científica</em> ao <em>indie</em>, essas quatro edi&ccedil;&otilde;es buscam levar adiante a proposta do grupo de quadrinhistas alagoanos: </p>
	<p><strong>Novos Autores. Novos Quadrinhos.</strong> </p>
	<p>A seguir, apresentamos <em>previews</em> de cada fanzine e alguns dos autores envolvidos falando de suas cria&ccedil;&otilde;es. </p>
	<p><strong>DON CARALEONE É MAU!/ESPARTA</strong> </p>
	<p><em>Ficha Técnica:</em> Edi&ccedil;&atilde;o Flip-Flap, 10 Págs, R$ 1,00 </p>
	<p><em>Autores: </em><a href="http://www.pablocasado.tk/">Pablo Casado</a> (Roteiro, Letras e Edi&ccedil;&atilde;o), <a href="http://fotolog.terra.com.br/pacher">Denis Pacher</a> (Arte: Don Caraleone), <a href="http://lucianokars.deviantart.com/">Luciano Kars</a> (Arte: Esparta), Emerson Magalh&atilde;es (Letras e Efeitos: Esparta) </p>
	<p>Clique nas imagens para ampliar </p>
	<p><a href="http://www.flickr.com/photos/pablocasado/124753652/"><img alt="" src="http://static.flickr.com/41/124753652_bc7adc008e_m.jpg" border="0" /></a> <a href="http://www.flickr.com/photos/pablocasado/127218856/"><img alt="" src="http://static.flickr.com/45/127218856_04c48eed5f_m.jpg" border="0" /></a> </p>
	<p><a href="http://www.flickr.com/photos/pablocasado/134188310/"><img alt="" src="http://static.flickr.com/51/134188310_518786fc6a_m.jpg" border="0" /></a> <a href="http://www.flickr.com/photos/pablocasado/134188311/"><img alt="" src="http://static.flickr.com/53/134188311_fb4e346eb3_m.jpg" border="0" /></a> </p>
	<p><strong>MALDADE RIMADA, TRASHEIRA DESCARADA </strong></p>
	<p><em>Pablo Casado, abril de 2006</em> </p>
	<p>Se há algo que eu, como um tipo for&ccedil;a artística criadora nérdica, espero nunca fazer um dia, é embrenhar de verdade no mundo da música. Sabe, formar uma banda séria, ou até mesmo compor pra valer. Eu já participei de projetos de bandas com amigos próximos, mas era coisinha de adolescente querendo parecer descolado, e ninguém nunca aprendeu a tocar porra nenhuma. Já escrevi umas letras de música, mas que nunca v&atilde;o chegar perto do que me acho capaz de fazer num roteiro. </p>
	<p>Eu simplesmente n&atilde;o sirvo pra isso. </p>
	<p>Ent&atilde;o, quando for dar uma sacada no conteúdo musical de <em>DON CARALEONE É MAU!</em>, n&atilde;o note a pobreza de certas rimas. Elas n&atilde;o est&atilde;o lá para mais nada além de servir &agrave; narrativa da história. S&atilde;o as damas-de-honra meio desengon&ccedil;adas das imagens seq&uuml;enciais, que mostram a viol&ecirc;ncia de um mundinho marciano bem parecido com o nosso em certos aspectos. Representam o desprezo da conviv&ecirc;ncia em sociedade para se chegar ao topo dela a qualquer meio. </p>
	<p>Tudo numa trama <em>sci-fi/trash/supercomprimida</em> de cinco páginas. </p>
	<p>Lendo voc&ecirc; encontra tudo isso salvo na bela arte de Denis Pacher, que soube rimar bem mais que eu, mas no quesito narrativo: ele n&atilde;o deixou os diálogos e recordatórios atrapalharem seus tra&ccedil;os e lances de c&acirc;mera, estes ora minimalistas ora impactantes. Se eu posso me considerar o compositor dessa HQ, o Denis é o músico. </p>
	<p>E o nosso single é rápido, certeiro e sujo. Tá ligado? </p>
	<p><strong>TERRA DO NUNCA LOVE SONG FIVE</strong> </p>
	<p><em>Ficha Técnica:</em> 12 págs, R$1,00 </p>
	<p><em>Autores:</em> <a href="http://www.pablocasado.tk/">Pablo Casado</a> (Roteiro e Letras), <a href="http://www.felipecunha.blogger.com.br/">Felipe Cunha</a> (Arte), Emerson Magalh&atilde;es (Edi&ccedil;&atilde;o) </p>
	<p>Clique nas imagens para ampliar</p>
	<p><a href="http://www.flickr.com/photos/pablocasado/135290192/"><img alt="" src="http://static.flickr.com/45/135290192_dedb8a4c76_m.jpg" border="0" /></a> <a href="http://www.flickr.com/photos/pablocasado/135290193/"><img alt="" src="http://static.flickr.com/48/135290193_c7c6596fae_m.jpg" border="0" /></a> <a href="http://www.flickr.com/photos/pablocasado/135290194/"><img alt="" src="http://static.flickr.com/46/135290194_6082f4b009_m.jpg" border="0" /></a> </p>
	<p><strong>NA VIAGEM&#8230;</strong> </p>
	<p><em>Pablo Casado, fevereiro de 2006</em> </p>
	<p>Esta é mais uma daquelas histórias que voc&ecirc; já sabe como come&ccedil;a e termina. Tudo bem, foi uma conclus&atilde;o abrangente e besta demais. Mas n&atilde;o sei, de verdade, como encontrar uma defini&ccedil;&atilde;o sucinta e charmosa o bastante para introduzir voc&ecirc;s na história deste fanzine: <strong><em>Terra do Nunca Love Song Five</em></strong>. </p>
	<p>O enredo é direto: um cara, uma garota. Amigos de faculdade. Conviv&ecirc;ncia demasiada. No final das contas, um dos dois vai levar a situa&ccedil;&atilde;o pro lado &ldquo;errado&rdquo;. E tudo vai terminar&#8230; viu como voc&ecirc; sabia? A única maneira de tirar um pouco da obviedade dos acontecimentos foi&#8230; bem, <em>chapando.</em> </p>
	<p>Pra dar o toque necessário e salvar o meu roteiro obeso de diálogos metidos a reaizinhos, surge o Felipe Cunha e sua arte cheia de curvas legais de se percorrer. Algo que enche os olhos de qualquer digitador quando ele encontra o sujeito adequado pra mostrar que suas palavras tinham uma vida de verdade. </p>
	<p>No final das contas, Terra do Nunca Love Song Five trata daqueles romances corriqueiros que a gente quer que d&ecirc; certo, imaginando e fugindo da realidade de um final feliz incerto, escondendo-se em algum lugarzinho feliz da própria consci&ecirc;ncia. Sim, já aconteceu comigo. Vai dizer que contigo n&atilde;o? </p>
	<p><strong>MARIPOSA </strong></p>
	<p><em>Ficha Técnica:</em> 16 págs, R$ 1,00 <em>Autores:</em> </p>
	<p>André Dantas (Roteiro), Jaguar (Arte), Pablo Casado (Letras e Edi&ccedil;&atilde;o) </p>
	<p>Clique nas imagens para ampliar </p>
	<p><a href="http://www.flickr.com/photos/pablocasado/135290195/"><strong><img alt="" src="http://static.flickr.com/53/135290195_72438656ee_m.jpg" border="0" /></strong></a><strong> </strong><a href="http://www.flickr.com/photos/pablocasado/135290196/"><strong><img alt="" src="http://static.flickr.com/50/135290196_e56d15bf73_m.jpg" border="0" /></strong></a><strong> </strong><a href="http://www.flickr.com/photos/pablocasado/135290197/"><strong><img alt="" src="http://static.flickr.com/44/135290197_2d8ffe8838_m.jpg" border="0" /></strong></a><strong> </strong></p>
	<p><strong>&ldquo;HISTÓRIAS IMAGINÁRIAS&rdquo;&#8230; </strong></p>
	<p><em>André Dantas, setembro de 2005</em> </p>
	<p>&#8230;assim eram chamadas. </p>
	<p>Uma febre nos quadrinhos DC da Era de Prata, foram um recurso interessante (porém, &agrave;s vezes, horrivelmente desastroso) de mostrar Superman, Lois Lane, Jimmy Olsen e outros em aventuras bizarras e fora de continuidade. Histórias imaginárias, eles diziam. </p>
	<p>Quando, dois anos atrás, decidi fazer uma HQ curta com o Jaguar, onde iríamos criar um &ldquo;mundo imaginário&rdquo; &agrave; lá Astro City e 1984, eu n&atilde;o sabia os rumos que a história iria tomar. Afinal, era um conto simples. Sobre um mundo policiado, onde vigilantes mascarados e outros super-caras eram vigiados, cadastrados, e tinham suas vidas controladas por governos e corpora&ccedil;&otilde;es. E no meio de tudo isso, existiria uma ilha, um refúgio, onde era dada a estas pessoas uma chance de aprender, botar a vida nos eixos, e tentar seguir um caminho. É claro que nem todos viam a ilha, e seus habitantes, com bons olhos. Uma dessas pessoas era a Srta. Reisz, vulgo Mariposa. </p>
	<p>Essa mulher tomou conta de tudo. A ilha, os supers de capa, os questionamentos políticos, ou seja lá o que mais eu queria escrever, nada mais importava. Existia apenas uma coisa em todo aquele cenário que me interessava: essa mulher irada. Com um ódio profundo por tudo. Patológico, abrasador. Uma mulher, obviamente, com uma vontade irresistível de morrer lutando. De ser alguém. De pegar uma l&acirc;mina e talhar bem fundo no alicerce do mundo que ela, um dia, existiu. Que no caos da vida, do cotidiano, achou uma ordem. Algo que a mantivesse s&atilde;. Que n&atilde;o demostrasse para os outros suas fraquezas, e como ela estava bagun&ccedil;ada por dentro. Mas, como n&atilde;o poderia deixar de ser, ela era uma mariposa. Impossibilitada de resistir ao brilho amea&ccedil;ador do fogo. </p>
	<p>E foi assim que ela se fez. Um pouco mais de 10 páginas. Porém, a Mariposa nunca abandonou meus pensamentos de fato. E, com o tempo, outras histórias surgiram (como uma particularmente primitiva de &ldquo;Homens do Mistério&rdquo;, onde um ser capaz de distorcer a realidade fazia a festa numa cidade protegida por um homem movido &agrave; vapor, e outras sandices). </p>
	<p>E agora, nesse momento, me pego olhando para a ilustra&ccedil;&atilde;o da capa de Superman&rsquo;s Girlfriend Lois Lane, a série de 1958, onde vemos uma Lois dona de casa colocando o jantar na mesa, enquanto o marido Clark, de uniforme, sai por um túnel no ch&atilde;o para mais uma miss&atilde;o! Esta foi a primeira de uma série de histórias imaginárias. </p>
	<p>No entanto, como alguém disse certa vez: &ldquo;Mas afinal, todas n&atilde;o s&atilde;o?&rdquo; </p>
	<p><strong>URBANA BÁRBARA</strong> </p>
	<p><em>Ficha Técnica:</em> 16 págs, R$ 1,00 </p>
	<p><em>Autores: </em><a href="http://www.pablocasado.tk/">Pablo Casado</a> (Roteiro e Letras), <a href="http://thiagooliveira.deviantart.com/">Thiago Oliveira</a> (Arte e Capa), Emerson Magalh&atilde;es (Edi&ccedil;&atilde;o) Clique nas imagens para ampliar</p>
	<p>&nbsp;<a href="http://img.photobucket.com/albums/v649/pablocasado/C_U_B_by_thiagooliveira.jpg"><strong><img alt="" src="http://smg.photobucket.com/albums/v649/pablocasado/th_C_U_B_by_thiagooliveira.jpg" border="0" /></strong></a><strong> </strong><a href="http://img.photobucket.com/albums/v649/pablocasado/ub-preview01.jpg"><strong><img alt="" src="http://smg.photobucket.com/albums/v649/pablocasado/th_ub-preview01.jpg" border="0" /></strong></a><strong> </strong><a href="http://img.photobucket.com/albums/v649/pablocasado/ub-preview02.jpg"><strong><img alt="" src="http://smg.photobucket.com/albums/v649/pablocasado/th_ub-preview02.jpg" border="0" /></strong></a><strong> </strong></p>
	<p><strong>SERVIR &amp; PROTEGER </strong></p>
	<p><em>Pablo Casado, janeiro de 2006</em> </p>
	<p>No futuro, os carros ir&atilde;o voar. Máquinas inteligentes ir&atilde;o existir, e, além de estarem em nossos lares ajudando nos afazeres domésticos, ser&atilde;o nossos amigos, colegas de trabalho e amantes. As cidades ao redor do globo ser&atilde;o em menor número, mas imensas. Pré-imaginadas. Super-metrópoles abra&ccedil;ando todas as ra&ccedil;as que restaram na Terra, após as guerras biológicas e destrui&ccedil;&atilde;o de parte dos ecossistemas que sustentavam a vida antiga do homem. Muito da evolu&ccedil;&atilde;o tecnológica saiu dos livros de fic&ccedil;&atilde;o científica e tomou forma real. </p>
	<p>Ainda assim, mesmo com toda a evolu&ccedil;&atilde;o do pensamento criativo do homem, antigos problemas continuam a permear as entranhas da humanidade. </p>
	<p>A viol&ecirc;ncia é um c&acirc;ncer que se espalha com for&ccedil;a pelas ruas de Latina, metrópole construída na América do Sul, próxima do Atl&acirc;ntico. Para combat&ecirc;-la, o Conselho regente da cidade decidiu substituir o problemático efetivo robótico e investiu pesado em aprimoramento humano. Para combater os crimes pós-humanos, nada melhor do que indivíduos super-humanos para tal miss&atilde;o; pessoas capazes de julgamento de valores mais adequados ao homem comum do que Intelig&ecirc;ncias Artificiais e seus cérebros simuladores de sentimentos humanos. </p>
	<p>Bárbara Lins é uma Oficial - humana alterada fisicamente para possuir habilidades n&atilde;o-naturais: super-for&ccedil;a, super-velocidade. Treinada rigorosamente para saber como atuar nas mais diversas situa&ccedil;&otilde;es e manter a sanidade no contexto de ultra-viol&ecirc;ncia criminal de sua cidade. Ela é uma jovem decidida. Arrogante. Que tem que dividir a aten&ccedil;&atilde;o entre sua carreira em ascens&atilde;o no Departamento de Polícia com os cuidados ao irm&atilde;o mais novo, Caio, agora vivendo com a irm&atilde; devido ao recente falecimento de seus pais. </p>
	<p>URBANA BÁRBARA é um drama policial, uma fic&ccedil;&atilde;o científica com a&ccedil;&atilde;o e pitadas de suspense. É LEI E ORDEM e THE SHIELD batidos num liquidificador mental com TRANSMET e MATRIX. </p>
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	</item>
		<item>
		<title>Apresentação</title>
		<link>http://napalm.blogsome.com/2006/04/24/3/</link>
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		<pubDate>Mon, 24 Apr 2006 14:58:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robô|NAPALM!</dc:creator>
		
	<category>Geral</category>
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		<description><![CDATA[	ROCK&rsquo;n&rsquo;ROLL DE PAPEL 
Histórias em Quadrinhos. Arte Seq&uuml;encial. Nona Arte.
	Ou simplesmente Gibis.
	Manifesta&ccedil;&atilde;o artística em constante evolu&ccedil;&atilde;o emergida das tradicionais tirinhas de jornal, hoje tomando de assalto a Internet com suas edi&ccedil;&otilde;es eletr&ocirc;nicas de artistas independentes, sem ter abandonado as revistas impressas publicadas pelas grandes e pequenas editoras de todas as partes do globo. Que, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p><u><strong>ROCK&rsquo;n&rsquo;ROLL DE PAPEL</strong> </u>
<p>Histórias em Quadrinhos. Arte Seq&uuml;encial. Nona Arte.</p>
	<p>Ou simplesmente <strong>Gibis.</strong></p>
	<p>Manifesta&ccedil;&atilde;o artística em constante evolu&ccedil;&atilde;o emergida das tradicionais tirinhas de jornal, hoje tomando de assalto a Internet com suas edi&ccedil;&otilde;es eletr&ocirc;nicas de artistas independentes, sem ter abandonado as revistas impressas publicadas pelas grandes e pequenas editoras de todas as partes do globo. Que, em tempos passados, comercializou mensalmente milh&otilde;es de exemplares do <em>Super-Homem</em> em solo norte-americano e, no presente, transfere-se para o cinema como o próximo sucesso do ver&atilde;o para os estúdios de <em>Hollywood</em>.</p>
	<p>Por sua relativa facilidade para produ&ccedil;&atilde;o, propaga&ccedil;&atilde;o e transmiss&atilde;o de pensamentos, alguns artistas do meio se empolgam a dizer que os <em>Quadrinhos s&atilde;o o novo Rock and Roll</em>.</p>
	<p><strong><u>BOMBA CRIATIVA &Agrave; VISTA</u></strong></p>
	<p>Inspirados no exótico nome de uma feroz bomba incendiária &agrave; base de gasolina e ácidos, um pequeno núcleo de artistas alagoanos reuniu-se com o intuito de produzir Histórias em Quadrinhos de <strong>Qualidade</strong>, assinadas por <strong>Novos Talentos</strong>. Lan&ccedil;ar um material capaz de cativar diversas audi&ecirc;ncias e fixar-se em suas mentes como um vírus sem cura.</p>
	<p><strong>NAPALM!</strong> &ndash; assim eles se batizaram.</p>
	<p>Seus esfor&ccedil;os iniciais deram vida a uma edi&ccedil;&atilde;o impressa &ndash; a <strong>NAPALM! Zero</strong>, indicada ao pr&ecirc;mio de <em>Melhor Fanzine</em> no <strong>HQ MIX 2004</strong> e vencedora da mesma categoria no <strong>HQ Festival de 2003</strong>. O estúdio visa trabalhar, principalmente, na produ&ccedil;&atilde;o de Histórias em Quadrinhos de autoria própria.</p>
	<p><strong><u>LINHA DE MONTAGEM</u></strong></p>
	<p>Este blog foi criado para suprir a necessidade de uma página do Estúdio na rede, tendo em vista que o <a href="http://www.napalmcomics.com/">www.napalmcomics.com</a> está temporariamente no Limbo, e servirá para a exibi&ccedil;&atilde;o de prévias, notícias do que se anda fazendo e possíveis relatos sobre o processo criativo dos artistas que comp&otilde;em a NAPALM!.</p>
	<p>Seja bem-vindo.</p>
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